aceita, ama e perdoa

Como podes dizer que não és livre se tu podes sentir tudo aquilo que quiseres? Como podes dizer que não és livre se tu podes amar, sonhar, imaginar e pensar tudo aquilo que tu quiseres?

Dizes que não te sentes livre e eu digo-te que mais livre não podias ser. Porque és infinito. Tu, eu e os outros. Somos todos infinitos. O corpo nunca é limitador para quem sonha. A distância nunca é grande para quem ama. A sociedade nunca é opressiva para quem aceita e compreende. As leis nunca são castradoras para quem tem a ousadia de desobedecer. Os obstáculos nunca são impeditivos para quem tem vontade. E o impossível nunca é impossível para quem tem fé.

Quando acreditas, sonhas e amas és infinito e eterno. Ou, por outras palavras, livre. Livre para seres quem tu és de verdade. E desde a camada mais superficial da tua pele até ao núcleo de cada átomo que te forma tu podes ser tudo. E tu és efetivamente tudo… ao mesmo tempo. O tempo, a família, a sociedade, o mundo ou até mesmo a solidão nunca serão uma prisão. A verdadeira prisão é a tua mente, são os teus medos, são os teus complexos e tabus.

Aceita, ama e perdoa. Aceita, ama e perdoa. E agora? És livre ou não és?

P.S – Já está à venda na Fnac, Bertrand, Continente etc. o meu novo livro “Dá-me um dia para mudar a tua vida”. Encomenda-o aqui.

Texto de Raul Minh’alma

Imagem de Priscilla Du Preez